Colégio Agrícola Augusto Ribas, Educação e Técnica a Serviço da Agricultura.

terça-feira, 5 de abril de 2011

SUB-AREA: BOVINOCULTURA LEITEIRA

SUB-AREA: BOVINOCULTURA LEITEIRA
  • Dados gerais: raças exploradas; sistema integrado ou cooperativas; destino do leite produzido; participação técnico – administrativa: composição do rebanho (numero de touros, vacas novilhas e bezerras); tipo de criação na propriedade.
  • Instalações
                    Estábulo para vacas lactantes, secas se ouver; barracão para confinamento; local para espera da ordenha; salas de ordenha(tipo); sala para refrigeração  do leite; bezerril; fenil; cercas; numero de piquetes e metragem em m².
  • Equipamentos
                Ordenhadeira (completa) tipo; número de vacas por vez;  tanque para resfriamento do leite (capacidade, temperatura); cochos para alimentação (tipo); bebedouros (tipos); origem da água.
  • Ordenha
              Manual ou mecânica; limpeza e desinfecção do úbere; testes  para o diagnostico de mastite;
  • Controle sanitário
              Desinfetantes; desinfecção; vacinação obrigatória e não obrigatória; pedilúvio; rodolúvio; controle de bernes; carrapatos; bicheiras e moscas do chifre, vermifugação (esquema); coleta de sangue para o diagnostico de brucelose e tuberculinização.
  • Pastagens
              Área total de gramíneas e leguminosas (perenes e anuais) de verão e inverno existentes na propriedade; rotação de pastagens; combate as ervas daninhas e pragas; analise de solo; adubação; correção.

  • Alimentação
               Ração: tipo e quantidades diárias para bezerras, novilhas; dosagem para vacas em lactação; saleiros;
  • Complemento alimentar
              Feno utilizado; armazenamento e quantidade de animal/dia.
  • Silagem
           Tipo de silo; forrageiras ensiladas e consumo diário por animal
  • Reprodução
             Idade e peso para iniciar a reprodução; uso de touros ou inseminação artificial; cio (identificação do cio); cobertura; gestação; parto; cuidados com os recém nascidos, intervalos médios entre os partos, % de prenhez, % de nascimentos, dias após o parto para nova cobertura.
  • Produção
              Quantas vacas encontram-se em lactação; produção media diária por vaca; produção media por lactação em Kg; % de media de gordura; CCS; contagem microbiológica.
  • Higiene com os equipamentos da leiteria
             Lavagens e desinfecção (ordenhadeiras, baldes, mamadeiras e tanques para o resfriamento do leite); produtos usados e freqüência.
  • Cuidados com as bezerras (alimentação desmama)
  • Dejetos – destino e tratamento.
  • Identificação dos animais
             Fotografia; brincos; marcas de fogo; tatuagem.
  • Descorna e mochação.
  • Descartes (para onde são vendidos); ocasião; machos.
  • Principais medicamentos utilizados.
  • Casqueamento.

SUB-AREA: SUINOCULTURA

SUB-AREA: SUINOCULTURA
·         Dados gerais:
            Raças ou cruzamentos explorados: participação técnico – administrativa: composição de rebanho (cachaços; matrizes; marrãs; leitões e capados); sistema integrado ou cooperativas.
·         Instalações
            Tipo de metragem total; maternidade (numero de metragem); creche (metragem e lotação por m²); terminação (metragem das baias e lotação por m²); piso; escamoteador; numero total de baias e piquetes; pisos térmicos.
·         Equipamentos
              Tipo e numero de comedouros; tipo e numero de bebedouros; origem da água.

·         Manejo e reprodução
              Cio; cobertura; inseminação artificial; gestação; parto; número de leitões nascidos vivos, números de natimortos; numero de fêmeas por macho; idade ou peso para inicio da reprodução;
·         Cuidado com os leitões recém-nascidos.
·         Desmame
·         Creche
·         Recria
·         Terminação
·         Cuidados sanitários
                  Desinfetantes; desinfecção; vacinações; visitas; veículos estranhos; pedilúvio; rodolúvio.
·         Alimentação
               Manejo alimentar nas diferentes fazes de criação; tipos de ração; numero de dias em que são fornecidos por faze e consumo total; efeito flushing.
·         Identificação
             Tatuagem; brinco;piques ou entalhes nas orelhas.
·         Avaliação dos resultados
·         Peso médio individual dos leitões ao nascer e media de peso na leitegada; peso médio na desmama; peso médio ao sair da creche e numero de dias; peso médio ao sair da recria e números de dias; peso médio no abate e numero de dias; conversão alimentar; número de nascidos/porca (média).
·         Medicamentos mais utilizados.
·         Outros dados
                     % de natimortos; % de mortalidade neonatal; % de mortalidade (na alimentação, creche, recria e terminação); % de reposição  de plantel; partos/ matriz/ano; desmamados/matriz/ano; causas da mortalidade.
  • Destino dos resíduos líquidos.
  • Composteira: construção, finalidade, materiais utilizados.

SUB-AREA: AVICULTURA

SUB-AREA: AVICULTURA

Frango de corte

·         Dados gerais
             Participação técnico – administrativa; linhagem exploradas e numero total de aves/galpão; sistema integrado ou cooperativas; origem dos pintainhos e para onde vão as aves terminadas.
·         Instalações :  tipos de metragem por galpão
 * Pinteiros
·         Finalidade do circulo: cama; bebedouros e comedouros provisórios; temperatura; cortinas; tela; iluminação; campânula (tipo, quantidade de pintainhos, dia de permanência, consumo de gás ou lenha).
·         Situação de conforto ou desconforto dos pintainhos.
·         Equipamentos definitivos: tipos de bebedouros; comedouros e origem da água.
·         Galpão.
                     Cama; ventilação; iluminação; telas; cortinas; temperatura ideal; umidade na cama; lotação por m².
  • Alimentação
              Silos para ração; ração consumida (tipos e quantidade (Kg) por fase de criação); consumo médio por ave; consumo de ração por lote; conversão alimentar.
  • Cuidados sanitários
              Desinfetantes; desinfecção; vacinações; visitas técnicas; veículos estranhos (visitantes, como são recebidos); pedilúvio; rodolúvio.
  • Mortalidade
               No pinteiro e no galpão: causa das mortes e destino das aves mortas.
  • Manejo
             Descrição do trabalho diário no galpão; saída dos lotes terminados (horários e acondicionamento); cuidados com o galpão  e equipamentos após a saída do lote; reutilização da cama, se é feita, quantas vezes e como.
  • Composteira: construção, finalidade, materiais utilizados.

Aves De Postura
  • Dados gerais:
              Participação técnico – administrativa; linhagem exploradas e numero total de aves/galpão; sistema integrado ou cooperativas; origem dos pintainhos; destino dos ovos e das aves após o ciclo de postura.
·         Instalações :  tipos de metragem por galpão
 * Pinteiros: esquema de luz nos primeiros dias, como é feito e a finalidade.
·         Finalidade do circulo: cama; bebedouros e comedouros provisórios; temperatura; cortinas; tela; iluminação; situação de conforto ou desconforto dos pintainhos; campânula (tipo de quantidade de pintainhos, dia de permanência, consumo de gás ou lenha).
·         Situação de conforto ou desconforto dos pintainhos.
·         Equipamentos definitivos: tipos de bebedouros; comedouros e origem da água.
·         Galpão.
                     Piso; cama; ventilação; iluminação; telas; cortinas; temperatura ideal; umidade na cama; gaiolas; ninhos; poleiros; galinhas/ninho; galinha/m²; numero de galinhas/galo; idade  para iniciar a produção; transferência das frangas pra as gaiolas, primeiros ovos (idade em semanas).
  • Cuidados sanitários
              Desinfetantes; desinfecção; vacinações; visitas técnicas; veículos estranhos (visitantes, como são recebidos); pedilúvio; rodolúvio.
  • Alimentação
              Silos para ração; ração consumida (tipos e quantidade (Kg) por faze de criação); consumo médio por ave; conversão alimentar.
  • Mortalidade (% no pinteiro e % no galpão)
              Causa das mortes das aves e destino das aves mortas.
  • Coleta dos ovos
             Horários; ninhos; cama; limpeza dos ovos; classificação; embalagens; % de postura no pique de produção; % de postura e idade em semanas na ocasião do estagio.
  • Ovoscopia
  • Debiccagem
  • Manejo
             Descrição do trabalho diário no galpão; saída dos lotes após o ciclo de postura (horário e acondicionamento); cuidado com os galpões  e equipamentos após a saída dos lotes; reutilização de cama quando for o caso; muda forçada de penas se houver.
  • Composteira: construção, finalidade, materiais utilizados.

SUB-AREA: OLERICULTURA

















SUB-AREA: OLERICULTURA
  • Dados gerais:
              Participação técnica – administrativa: espécies exploradas.
  • Planejamento e instalação de hortas
              Canteiros; metragens; espaçamentos; entre canteiros; confecção de canteiros; expurgo do solo; numero de canteiros.
  • Tipos de hortas: comercial, domestica, orgânica, convencional, etc (citar área explorada)
  • Clima
 - característica do clima da região; precipitação durante o estagio; influencia da temperatura, luz, e umidade; controle artificial do clima.
  • Solo
           De um modo geral: tipos de solo, textura, declividade media (%); existência de variações da topografia e das características do solo.
  • Analise do solo
             Recomendações de corretivos e adubos para a cultura na propriedade.
  • Manejo do solo
              Manejo dos restos culturais, dessecantes; operações  realizadas no preparo do solo (maquinas e implementos usados);
  • Conservação do solo
              Praticas conservacionistas usadas; tipo de erosão existente na propriedade; detalhes técnicos sobre as praticas conservacinistas usadas (como são feitas, porquê, eficiências da pratica, etc.); adubação orgânica(como pode ser e vantagens); adubação verde (como pode ser, vantagens, plantas utilizadas); esquema de rotação de culturas (como deve ser, vantagens, plantas que podem ser utilizadas, fatores determinantes para a escolha das culturas que entram no plantio da rotação); maquinas e implementos usados.
  • Irrigação
             Sistemas usados; componentes do sistema (tubos, moto-bombas, aspersores, etc.); funcionamento e capacidade dos sistemas; necessidade das culturas; detalhes técnicos das instalações; avaliação dos resultados obtidos com a irrigação.
  • Máquinas e Implementos
- Tipo, modelo e utilização de todas as maquinas que a propriedade possui ou faz uso.
  • Detalhes da(s) olerícola(s)
             Importância socioeconômica; classificação botânica; descrição da planta; valor nutritivo; descrição das variedades recomendadas para a região; espaçamento (stand); época de plantio; técnicas de preparo do solo; adubação química e orgânica; semeadura direta e indireta; colheita; armazenamento; beneficiamento; acondicionamento; transporte; comercialização.
·         Tratos culturais realizados
                        Manejo de plantas daninhas, pragas e doenças (radiculares, parte aérea, frutos antes e após o plantio); transplante; desbaste; desbrota; raleamento.
·         Tratamento fitossanitário
                Objetivo; produtos utilizados (nome comercial); dosagem; quantidade; de água; tipo do bico do pulverizador; análise da necessidade do tratamento; época de tratamento; analise da eficiência do tratamento; cálculo do volume de calda; modo de aplicação.
·         Propagação
              Via sexuada e assexuada.
·         Produção de mudas (realização de sementeiras, substrato, sementes, bandejas, etc).
·         Uso de estufa:
               Metragem; material utilizado; sistema de irrigação;controle fitossanitário; espaçamento entre canteiros; relação custo-benefício.
·         Outros dados
             Produtividade esperada e/ou conseguida; destino; custo da produção; receita e lucros das olericulturas vistas.

SUB-AREA: FRUTICULTURA

SUB-AREA: FRUTICULTURA
·         Dados gerais:
              Participação técnica  - administrativa:  espécies exploradas.
·         Planejamento e instalação do pomar
               Metragem; espaçamento entre covas, confecção de covas(revolvimento do solo).
·         Clima
- característica do clima da região; precipitação durante o estagio; influencia da temperatura e umidade.
·         Solo
De um modo geral: tipos de solo; textura; declividade media (%); existência de variações da topografia e das características do solo.
·         Análise do solo:
             Recomendação de corretivo e adubos para as culturas na propriedade.
·         Manejo do solo
              Manejo dos restos culturais, dessecantes; operações  realizadas no preparo do solo (maquinas e implementos usados);
·         Conservação do solo
              Praticas conservacionistas usadas; tipo de erosão existente na propriedade; detalhes técnicos sobre as práticas conservacionistas usadas (como são feitas, porquê, eficiências da pratica, etc); adubação orgânica (como pode ser e vantagens); adubação verde (como pode ser, vantagens e plantas utilizadas); maquinas e implementos usados.
·         Irrigação
             Sistemas usados; componentes do sistema (tubos, moto-bombas, aspersores, etc.); funcionamento e capacidade dos sistemas; necessidade das culturas; detalhes técnicos das instalações; avaliação dos resultados obtidos com a irrigação.
·         Maquinas e implementos
               Tipo, modelo e utilização de todas as maquinas que a propriedade possui ou faz uso.
·         Detalhe da(s) fruteira(s)
             Importância sócio-economica; classificação botânica; descriçao da planta; valor nutritivo; descrição das variedades recomendadas para a região; espaçamento (stand); época de plantio; técnicas de preparo do solo; adubação química e orgânica; semeadura direta e indireta; colheita; armazenamento; beneficiamento; acondicionamento; transporte; comercialização.
·         Viveiros
·        Montagem; localização; produção de mudas; espécies produzidas; tipos de viveiros; equipamento e utensílios usados: solo; substratos; sementeira manual e automática; raiz nua e embalada; repique; combate de formigas e doenças; tempo em que a muda fica no viveiro; armazenagem de sementes; tipos de embalagens para armazenamento; seleção e transporte e mudas; permanência na estufa (em dias); permanência (dias) com sombrite; permanência (em dias) com clarite; irrigação; tratos culturais.
·         Tratos culturais realizados
                        Manejo de plantas daninhas, pragas e doenças (radiculares, parte aérea, frutos antes e após o plantio); transplante; desbaste; desbrota; raleamento.
·         Tratamento fitossanitario
                Objetivo; produtos utilizados (nome comercial); dosagem; quantidade; de água; tipo do bico do pulverizador; análise da necessidade do tratamento; época de tratamento; analise da eficiência do tratamento; cálculo do volume de calda; modo de aplicação.
·         Propagação
               Obtenção de porta-enxertos; obtenção de novas variedades; escolha da matriz; escolha do fruto e semente.
·         Propagação por enxertia (descrição da técnica empregada – com instrução)
·         Propagação por merguilha (descrição da técnica empregada - com ilustração)
·         Propagação por estaquia (descrição da técnica empregada – com ilustração)
·         Quebra da dormência da semente e de gemas.
·         Podas
        De formação; frutificação e limpeza (com a descrição da técnica empregada e ilustração)
  • Outros dados:
               Produtividade esperada e/ou conseguida; destino; custo da produção; receitas e lucros das frutíferas vistas. 

SUB-AREA: SILVICULTURA

SUB-AREA: SILVICULTURA
  • Dados Gerais:
             Participação técnico-administrativa:  importância econômica das espécies plantadas

  • Coleta de sementes: exóticas; nativas; ornamentais
  • Viveiros: montagem; localização; produção de mudas; tipos de viveiros; equipamento e utensílios usados: solo; substratos; sementeira manual e automática; raiz nua e embalada; repique; combate de formigas e doenças; tempo em que a muda fica no viveiro; armazenagem de sementes; tipos de embalagens para armazenamento; método de quebra de dormência; reprodução in vitro; seleção e transporte e mudas; permanência na estufa (em dias); permanência (dias) com sombrite; permanência (em dias) com clarite; irrigação; tratos culturais.
  • Implantação de espécies
                    Abertura de áreas; malha viária (estradas) ; maquinas utilizadas para o plantio; técnicas de preparo do solo; época de plantio; plantio em linhas e em covas; numero de mudas/talhão; espaçamento entre mudas, tratos culturais (plantas daninhas ), principais pragas; principais doenças.
·         Tratamento fitossanitários
             Objetivo; produtos utilizados (nome comercial); dosagem; quantidade; de água; tipo do bico do pulverizador; cálculo do volume de calda; modo de aplicação; (área  total, nas plantas); época de tratamento; analise das necessidades e eficiências dos tratamentos.
·         Exploração
             Idade em que se inicia a exploração; parâmetros para o inicio dos cortes; números de arvores/talhão; armazenamento; beneficiamento; transporte; comercialização; produtividade esperada e/ou conseguida; destino; custo da produção.

SUB-AREA: ANALISE DE SEMENTES

SUB-AREA: ANALISE DE SEMENTES

  • Dados Gerais:
             Participação técnico-administrativa: importância da analise de sementes; descrição das classes de sementes; diferenças entre Laboratórios oficiais, particulares credenciados e particulares comuns; quem determina os padrões para sementes; como é realizada a amostragem de lotes no laboratório; o que é um lote e qual o peso máximo que podem representar; amostra simples, amostra composta, amostra media, amostra de arquivo e arquivamento (tempo e local); recepção da amostra  e suas identificações; preparo da amostra de trabalho.

è Condições Laboratoriais: Câmara fria, câmara seca, tanques, papéis, etc.
  • Analise de Pureza:
             Objetivo: semente pura (o que é % mínima); outras sementes (o que é, número e/ou % permitida); material inerte (o que é, numero e/ou % permitida);

Exame de sementes silvestres nocivas
      
             Objetivo, procedimento padrão: lista de sementes nocivas proibidas; lista de sementes nocivas toleradas  e numero, índice de mancha púrpura (soja); peso volumétrico (peso heletrolítrico); método  de identificação de cultivares de soja (método do Hipocótilo – descrever metodologia).

Equipamentos: homogeneizador de amostra; balança comum; balança e precisão; lupas; mesa de trabalho; coleção de sementes silvetres.
  • Teste de germinação: objetivo e contagem a avaliação das plantas (normais, com pequenos defeitos, anormais, deterioradas).
Equipamentos: Tabuleiros contadores de semente; germinadores (de câmara e de sala); termômetro de máxima e mínima; refrigerador doméstico (para pré-resfriamento); tipos de substrato; caixa gerbox.

Procedimento do teste: Numero de sementes utilizado; substrato mais indicado para a espécie; temperatura; iluminação; tratamentos especiais para dormência (tipos); duração do teste; informação dos resultados (em números e %); descrição das plântulas da família das Leguminosae (Soja, feijão, etc.=> raiz, hipocólito, cotilédones, epicólilo) COM ILUSTRAÇÃO; descrição das plântulas da família das Gramineae (Trigo; aveia, azevém, etc. => raiz, plumula) COM ILUSTRAÇÃO.

  • Outros Equipamentos
              Determinadores de umidade, descascador de arroz; balança para determinar peso hectolítrico (PH); material de pequeno porte (pinça, espátula, tigelas, baldes, fichas, etc.)
  • Condições Sanitárias:
              No germinador: a câmara de envelhecimento precoce; na anti-câmara de germinação;produto para desinfecção das câmaras; produtos utilizados para desinfecção das vidraças, plásticos, borrachas, mesas, balcões, salas;

  • Padrões de sementes: Tolerância para sementes básicas, registradas, certificadas e fiscalizadas quanto: de % de germinação, % de pureza, numero de sementes cultivadas/ 100g sementes silvestres, sementes nocivas(tolerantes e proibidas).

SUB-AREA: GRANDES CULTURAS

SUB-AREA: GRANDES CULTURAS

  • Clima
- característica do clima da região (época de maior e menos precipitação e temperatura durante o ano, ocorrência de geadas, granizo); precipitação durante o estagio.

  • Solo
De um modo geral: tipo de solo, partículas, declividade media (%); existência de variações da topografia e das características do solo.

  • Analise do Solo:
                   Laboratório que analisa o solo da propriedade; interpretação das analises pelo estagiário. Recomendações de corretivos e adubos para a cultura na propriedade. (revendas e cooperativas)

  • Manejo do Solo/ Cultura acompanhada
              Plantio direto (manejo de restos culturais, dessecantes, máquinas e implementos usados); plantio convencional (operações realizadas no preparo do solo, máquinas e implementos usados).

  • Conservação do Solo
             Praticas conservacionistas usadas; tipo de erosão existente na propriedade; detalhes técnicos sobre as praticas conservacionistas usadas (como são feitas, por que, eficiências da pratica, etc.); adubação orgânica(  como pode ser e vantagens); adubação verde ( como pode ser, vantagens, plantas utilizadas); esquema de rotação de culturas ( como deve ser, vantagens, plantas que podem ser utilizadas, fatores determinantes para a escolha das culturas que entram no plantio da rotação); maquinas e implementos usados.

  • Irrigação
             Sistemas usados; componentes do sistema (tubos, moto-bombas, aspersores, etc.); funcionamento e capacidade dos sistemas; necessidade das culturas; detalhes técnicos das instalações; avaliação dos resultados obtidos com a irrigação.

  • Máquinas e Implementos
- Tipo, modelo e utilização de todas as maquinas que a propriedade possui ou faz uso
- Tipo, modelo e utilização de todos os implementos que a propriedade possui ou faz uso
- Detalhes de calculo sobre as operações e regulagens realizadas durante o estagio (exceto de pulverizador)

  • Detalhes da Cultura:
             Importância econômica: classificação botânica; descrição da planta: variedades; cultivares ou híbridos recomendados; classes da semente utilizada, zoneamento; características das classes de sementes; espaçamento (stand); quantidade e semente/ha; profundidade de semeadura; inoculação e tratamento das sementes (equipamentos, produtos e dosagens usadas); época de plantio: técnicas de preparo do solo; tratos culturais realizados ( Manejo de plantas daninhas, pragas e doenças radiculares, parte aérea, frutos – antes e após o plantio); colheita; armazenamento; beneficiamento; transporte; comercialização.

  • Tratamentos fitossanitarios:
              Objetivos; produtos utilizados ( nome comercial ); dosagens; quantidade de água; tipo de bico; época dos tratamentos; analises da necessidade de tratamento; analise da eficiência do tratamento; cálculo da regulagem do pulverizador, cálculo do volume de calda.

  • Outros Dados:
              Produtividade esperada e/ou conseguida; destino; armazenamento; secagem; comercialização da produção; custo da produção, receita de lucro  da cultura.

  • Histórico das Glebas
- Croqui das glebas da propriedade, com o nome ou numero de cada gleba.
Para cada gleba: área; esquema; de rotação de culturas (culturas e produtividade dos últimos anos); manejo do solo

è No caso de produção de sementes quais os tratos culturais diferenciados (rouguing), mistura varietal, tolerância à misturas de cultivares e plantas daninhas; beneficiamento e armazenagem.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Plágio...não copie essa moda.

Plágio


O plágio é uma cópia que uma pessoa ou grupo de pessoas fazem dos mais variados temas e assuntos, segundo: se caracteriza pela apropriação de idéias ou palavras de outrem sem o devido crédito, mesmo que acidental. Para ROMANCINI:
O plágio caracteriza-se como uma falsa atribuição de autoria, uma apropriação indevida de trabalho de um autor por outro indivíduo (o plagiário). Em outras palavras, trata-se da cópia de idéias ou conteúdos de trabalhos de outra pessoa, que são utilizados como se fossem daquele que finge ser o autor legítimo dos mesmos. É interessante notar que a origem etimológica da palavra (do grego “plágios” ao latim “plagiu”) carrega acepções que ilustram o conceito: “oblíquo”, “dissimulado”, “trapaceiro”.

ROMANCINI, Richard. A praga do Plágio Acadêmico. Revista Científica da FAMEC, ano 6, nº 06/2007, ISSN-1677-4612.
SILVA, Artur Stanford. Configurações Jurídicas do Plágio nos Gêneros Acadêmicos: âmbito administrativo e judiciário. Anais Eletrônicos 2º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação: Multimodalidade e Ensino, 1º Edição, UFPe, 2008.
VASCONCELOS, Sõnia M. R.. O plágio na comunidade científica: questões culturais e lingüísticas. Ciência e Cultura [online]. 2007, v. 59, n. 3, PP. 4-5. ISSN 0009-6725.


Caro aluno, evite copiar trabalhos da internet. Muitos  jovens do ensino fundamental, médio e superior têm cometido esse erro. Evite constrangimentos, seja original e demonstre capacidade em adquirir conhecimento e criar trabalhos ou relatórios.
Tirar trechos, seja da internet ou livros, ou parte do texto, sem citar o nome do autor é considerada plágio, e consiste em crime. É muito provável que você não sofra um processo penal. Mas poderá ser repreendido disciplinarmente com uma advertência verbal e em uma expulsão nos casos extremos. Você é capaz de realizar o melhor, não precisando de auxílios externos. Seja criativo.

Coordenação de Estágio Supervisionado