sábado, 22 de outubro de 2016
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
A FORÇA BRUTA COMO MECANISMO DO ÓDIO
A FORÇA BRUTA COMO MECANISMO
DO ÓDIO
Reprovável, em todos os
sentidos, o planejamento empregado pelo chamado ‘Grêmio Estudantil’ para a
ocupação do prédio da Reitoria da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG),
nessa quarta-feira, no campus de Uvaranas. Quando o diálogo é substituído pela
força física, opressão, intimidação e vandalismo, é porque a articulação
intelectual é limitada ou não existe. É sintoma da falta de capacidade proativa
e construtiva.
Os ponta-grossenses
assistiram, atônitos, a manifestação brutal da intolerância num ambiente
estritamente de formação profissional. Derrubar porta de ferro e agredir
funcionário são situações verificadas em rebeliões dentro de unidades
prisionais. Fazer isso no interior de uma instituição de ensino superior é
inadmissível.
As cenas registradas ontem,
no campus de Uvaranas, não permitem a opinião pública a aceitar a invasão. Em
outro sentido, aponta-se que a estratégia adotada pelos líderes desse movimento
definitivamente manchou a imagem de todos os outros grupos que há duas semanas
ocupam as escolas estaduais, mas de maneira pacífica e ordeira.
O movimento que ocupou a
reitoria também exagerou na dose. Para discutir om posicionamento oficial da
reitoria frente a PEC 241 e a MP do Ensino Médio, a negociação para um preço
justo do Restaurante Universitário (R.U.); a reformulação do plano de
assistência estudantil; a transparência dos gastos da universidade; a
reformulação da segurança dentro do Campus; o apoio às ocupações dos colégios
estaduais, especialmente o do Colégio Agrícola, e a suspensão imediata do
Calendário Universitário, não era necessário o emprego da força bruta. Uma boa
conversa levaria ao entendimento.
Repudia-se, com a mesma
veemência, o envolvimento de professores em atos dessa natureza. Agem como
insufladores, transformam alunos em massa de manobra, não ensinam e disseminam
o mau exemplo, agindo como rebeldes sem causa. É importante a Reitoria manter
aberto o diálogo. A punição para quem errou também é admitida nessas hipóteses.
domingo, 16 de outubro de 2016
COMUNICADO - RECESSO
COMUNICAMOS aos professores, alunos e familiares que durante os dias 17 a 21 de outubro de 2016 foi decretado recesso escolar.
Para entender melhor visite o site abaixo:
http://g1.globo.com/pr/parana/educacao/noticia/2016/10/governo-decide-acionar-conselho-tutelar-e-decretar-recesso-escolar.html
Atenciosamente.
A Direção.
Para entender melhor visite o site abaixo:
http://g1.globo.com/pr/parana/educacao/noticia/2016/10/governo-decide-acionar-conselho-tutelar-e-decretar-recesso-escolar.html
Atenciosamente.
A Direção.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
CONSULTA ENSINO MÉDIO
CONSULTA ENSINO MÉDIO - PORTAL
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ
SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO
CONSULTA ENSINO MÉDIO
Prezada Comunidade Escolar,
A Secretaria de Estado da Educação do Paraná preparou, para o próximo dia 13 de outubro, um Seminário Descentralizado, que ocorrerá nos 32 NREs, com o objetivo de ouvir a comunidade escolar sobre as alterações propostas no Ensino Médio pela Medida Provisória nº 746/2016, emitida pela Presidência da República.
Para ampliar a possibilidade de participação da comunidade, a SEED/PR está disponibilizando este instrumento de consulta para ser respondido via web, em nosso portal (dia a dia educação) até o dia 17/10/16.
Cada proposição deverá ser apreciada e escolhida a resposta que representa a sua opinião. Para isso, basta clicar sobre a opção desejada.
Todas as respostas poderão ser justificadas.
Fonte: NRE
Para acessar o questionário click AQUI.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Colégio Agrícola comemora 79 anos em Hora Cívica
O Colégio Estadual Agrícola “Augusto Ribas” - Ensino Médio e Profissionalizante foi fundado em 17 de setembro de 1937, pelo Interventor Manoel Ribas, com a denominação de Escola de Trabalhadores Rurais
por Marilia Woiciechowski
Os 79 anos de fundação do Colégio Agrícola
Estadual Augusto Ribas (CAAR), vinculado à UEPG, foram comemorados em
uma “Hora Cívica’ que reuniu alunos e professores no Auditório do
estabelecimento, no Campus de Uvarnas. A cerimônia iniciou com a
execução do Hino Nacional pela Banda Lyra dos Campos. A solenidade se
desenvolveu em quatro momentos: registro da história do CAAR,
inauguração do quadro (fotografia) do professor Alcebíades Antonio
Baretta, na galeria de diretores da instituição, no hall de entrada da
secretaria do colégio; visita ao espaço de exposição de banners com
registros históricos produzidos pelos alunos; e espaço de
confraternização. Jail Bueno, há três anos como diretor do CAAR,
destacou a honra de fazer parte da história do Colégio Agrícola. “Nós
não medimos esforços para elevar o nome do estabelecimento em nível de
Paraná e Brasil. Estamos sempre renovando, com o suporte dos servidores
(professores e funcionários) e da comunidade escolar.
O professor Alcebíades Baretta registrou a
satisfação de ter dedicado 32 anos de sua vida ao CAAR. “Estou na
história do colégio como aluno, passando pela vice- direção e direção,
quando desenvolvemos vários projetos, a exemplo da parceria com a APAE e
a implantação do Laboratório de Informática”. Baretta também pontuou o
incentivo para que os professores e funcionários continuassem a sua
formação para valorizar sua carreira profissional. “O colégio sempre foi
para mim a minha primeira casa. Eu desejo vida longa para o CAAR, para
que muitos outros possam usufruir de seu espaço de educação e formação”.
O professor salientou a gratidão por estar na festa dos 79 anos do
colégio e traduziu a emoção e a honra de fazer parte da galeria dos
diretores da instituição.
História do Colégio
A fundação do Colégio Estadual Agrícola “Augusto
Ribas” - Ensino Médio e Profissionalizante ocorreu em 17 de setembro de
1937. Surgiu como Escola de Trabalhadores Rurais a partir de iniciativa
do interventor Manoel Ribas. O estabelecimento passou a ofertar o curso
de ensino rural completo, em 1944, com duração de três anos. Ao final do
curso a certificação eracomo lavrador. A escola também ofertava o curso
primário. Com a aplicação da Lei Orgânica do Ensino Agrícola, após 12
anos, ocorre nova reestruturação. Naquele momento, em 1956, o colégio
oferta o curso de Iniciação que era equivalente a quinta e sexta série,
hoje, séries finais do ensino fundamental; e o de Mestría Agrícola. O
ensino agrícola, na época, era subordinado à Superintendência do Ensino
Agrícola e Veterinário.
O Decreto n° 27925, de 12 de janeiro de 1960,
autorizou o funcionamento da Escola Agrotécnica Augusto Ribas. A partir
daí o colégio passa a oferecer os cursos de Técnico em Agricultura e
Técnico em Zootecnia. Trata-se de cursos que equivaliam ao antigo ensino
de segundo grau, hoje ensino médio profissional. Após 1962, as escolas
de trabalhadores rurais passam a ser denominados Colégios Agrícolas.
Naquele ano, a Escola Agrotécnica de Ponta Grossa passa a Colégio
Agrícola Augusto Ribas. Ainda em 1962 foi implantado o curso técnico
agrícola de segundo grau. Em 1963, passou a Colégio Agrícola Estadual
Augusto Ribas. O Governador Ney Braga assinou a Lei n.º 7.307, em 14 de
maio de 1980, quando o Colégio Agrícola Estadual Augusto Ribas passa a
ser administrado pela UEPG. A clientela escolar é oriunda dos diversos
bairros da de Ponta Grossa, dos Campos Gerais e demais regiões do
Paraná.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
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